sábado, 4 de dezembro de 2010

Uma experiência diferente em BH - ONG Operação Brasil


            No ano passado, devido uma parceria do CEFET-MG, onde eu estudava, com uma ONG francesa chamada Operação Brasil, ou sendo mais original Opération Brésil, acabei por participar de um projeto social maravilhoso, não só pelas gratificações que esse me rendeu, mas principalmente pelo sentimento de ter me sentido útil e ter ajudado pessoas que de alguma forma precisavam. Assim posso dizer que não existe recompensa mais gratificante que o sorriso e os agradecimentos dessa comunidade, que recebeu nossas intervenções.
 


              
            A ONG Operação Brasil, existe há mais de dez anos, e desde a sua criação, tem a proposta de trazer ao Brasil anualmente nos meses de Junho/ Julho um grupo de jovens franceses, da cidade francesa de Tours, com o objetivo de promover melhorias construtivas em instituições que atendem a comunidades carentes de Belo Horizonte.  


             
A ONG Operação Brasil, existe há mais de dez anos, e desde a sua criação, tem a proposta de trazer ao Brasil anualmente nos meses de Junho/ Julho um grupo de jovens franceses, da cidade francesa de Tours, com o objetivo de promover melhorias construtivas em instituições que atendem a comunidades carentes de Belo Horizonte.  

            No ano de 2009, as duas instituições contempladas pelo projeto foram a Creche Sementes do Amanhã, localizada na Av. Antonio Carlos 3800, São Francisco, e a Laço Além, situada no parque das Mangabeiras.

            Visto que foi necessário uma divisão de grupos, para que os dois espaços fossem reformados paralelamente, eu optei por ajudar nas obras da Creche Sementes do Amanhã e por isso me dedicarei a retratar apenas as intervenções ocorridas nela.

            Uma descrição básica do espaço antes da reforma seria de que a Creche possuía um grande espaço vazio e inutilizável, digo isso, porque além de não oferecer diversão às crianças, oferecia riscos, como é o caso dos escorpiões resultantes do acumulo de lixos e entulho. A instituição possuía um clima frio e triste, e contava apenas com dois pequenos brinquedos, que deviam ser utilizados por mais de 100 crianças.

            As intervenções realizadas pela ONG consistiu na construção de uma casinha, de um pequeno teatro de arena, de um “duchário”, de dois conjuntos de mesa e cadeiras, um trenzinho de manilhas, e na pintura do prédio e das áreas circundantes. Para tornar os espaço mais alegres foram realizadas pinturas com cores bastante diversas, pinturas de “amarelinhas” e uma mini-quadra no pátio, e mosaicos cerâmicos, que inclusive são uma marca da ONG nos espaços em que esta intervêm. Para completar o cenário, foram colocadas gramas em toda a área onde foi construído o novo pátio e executado um jardim em seu entorno.

ANTES E DURANTE A INTERVENÇÃO








DEPOIS

















Resenha: Jane Jacobs - Morte e Vida das Grandes Cidades


No livro “Morte e Vida das Grandes Cidades” um dos tópicos abordados por Jane Jacobs é a calçada. Para a autora as calçadas das cidades estão relacionadas à segurança, ao contato e à integração das crianças. Jane faz suas analise na maioria das vezes utilizando exemplo, que em especial, referem-se ao planejamento urbano das cidades dos EUA.

            Segundo Jacobs, as calçadas desempenham papel fundamental para a manutenção da segurança nas cidades. Quando dizemos que uma cidade não é segura, estamos nos referindo às suas calçadas, assim o principal ponto da argumentação de Jacobs é essencialmente a presença de desconhecidos nessas, de forma que a manutenção da segurança não é feita pela polícia (ou pelo menos não apenas por ela, que também é necessária), mas …

[...]pela rede intrincada, quase inconsciente, de controles e padrões de comportamento espontâneos presentes em meio ao próprio povo e por ele aplicados. (JACOBS, 2000, p. 32)

Jacobs propõe, então, três condições para que haja pessoas suficientemente nas ruas de forma que elas exerçam a vigilância natural sobre os espaços públicos e, com isso, diminuam a violência:

1-      Deve ser nítida a separação entre o espaço público e o espaço privado: Para muitos essa é uma crítica direta aos ideais modernistas, então em voga, de construir edificações sobre pilotis soltas sobre amplas áreas verdes, de forma que os espaços públicos permeassem todo o bairro. A autora parece entender que tal configuração é prejudicial à segurança porque “borra” os limites do que é visto como responsabilidade de cada pessoa no que diz respeito à vigilância natural.

2-      Devem existir os olhos da rua: Os olhos da rua são as pessoas que, consciente ou inconscientemente, utilizam o espaço público e/ou costumam contemplá-los de suas casas, exercendo uma vigilância natural sobre o que ali acontece. Jacobs cita como contra-exemplo alguns edifícios muito verticalizados, em que os corredores eram inacessíveis aos olhos, apesar de serem de acesso público, e por isso sofriam enormemente com a depredação e a violência.

3-      A calçada deve ter usuários transitando ininterruptamente: Esse requisito está intimamente ligado ao anterior, uma vez que uma quantidade significativa de pessoas transitando e utilizando as ruas é condição necessária para que haja olhos da rua, visto que as próprias pessoas que usam e transitam pela rua acabam exercendo uma vigilância natural. Como solução para esse problema. Jane sugere a existência de comércios, que são capazes de atrair pessoas, e assim movimentação nas redondezas.

Jane Jacobs, também comenta em seu livro que as calçadas (que devem ser largas) podem ser mais importantes do que parques para as atividades das crianças, pois “espaços e equipamentos não cuidam de crianças”. Para ela, o urbanismo ortodoxo atribui às áreas livres uma importância exagerada além de ser inimigo da rua. O grande número de áreas livres previstas nos conjuntos habitacionais não se prestam aos encontros, mas ao contrário, freqüentemente à violência. O paisagismo não garante o uso de uma área livre mas sim a sua vizinhança e esta está condicionada à diversidade e intensidade de usos. E é nesse ponto, que a autora faz e deixa em aberto um questionamento: “Porque é tão freqüente não haver ninguém onde há parques e nenhum parque onde há gente?”

Mesmo tendo sido formulada há mais de meio século as idéias de Jacobs, são muito válidas para as cidades atuais. A questão da interação entre estranhos e moradores locais ainda permanece significativa As idéias de Jacobs, apesar de terem sido formuladas há meio século, ainda parecem ser válidas, no seu conjunto, para as cidades atuais. A questão da interação entre estranhos e moradores locais ainda permanece significativa (condomínios fechados, são um exemplo), e longe de uma solução satisfatória.

Assim “os olhos da rua”, uma das suas principais contribuições, permancece mais válido que nunca e, no entanto, cada vez mais presenciamos situações em que as edificações viram-se de costas para o espaço público, renegando-o.

Referencia:
JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

Resenha: Seminário Paisagens Periféricas

No dia 6 de novembro, ocorreu o seminário Paisagens Periféricas, organizado por Pedro Motta, Fernanda Regaldo e Roberto Andrés, artistas residentes no JA.CA Centro de Arte e Tecnologia, do qual participamos a convite dos professores da Oficina e também do qual opto por não colocar um comentário pessoal.
O seminário articulou-se com base em dois projetos de intervenção urbana no bairro Jardim Canadá, do qual falarei mais a diante, e que exploram dois dos mais marcantes elementos da paisagem local: a mineração e a ausência de vegetação. Pedro Motta, aborda em seu trabalho Paisagens em Suspensão a mineração através de uma mimetização que questiona a transformação, radical e recente, do ambiente. Já os artistas Fernanda Regaldo e Roberto Andrés, lidam em seus trabalho Quintal Canadá com a inexistência de vegetação, confrontando os habitantes com seus próprios entendimentos sobre a paisagem que os circunda.
O Jardim Canadá surge então como o espaço perfeito para tais discussões, situado no município de Nova Lima, região metropolitana de BH, localiza-se entre as margens de um parque natural, de uma mineração, de condomínios de classe média-alta e de uma importante rodovia de acesso à cidade de Belo Horizonte.
Apesar de estar próximo a um parque natural, o bairro encontra-se em uma situação bastante inversa: suas ruas descampadas, parecem almejar o progresso com o asfalto, a ausência de arvores tanto nas ruas quanto nos lotes e sua aridez bruta são suas características marcantes.

Museu de Arte da Pampulha

Localizado em Belo Horizonte na orla da lagoa da Pampulha, o Museu de Arte da Pampulha (MAP) compõe o complexo arquitetônico da Pampulha e foi originalmente construído para abrigar um cassino, contudo com a proibição do jogo no país em 1946, fecha suas portas e acaba por se transformar em um local para exposições.

O prédio é uma obra do arquiteto Oscar Niemayer, por encomenda do então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitscheck (1902 - 1976),  para a construção de uma série de edifícios em torno de um lago artificial. O complexo da Pampulha previa cinco edifícios: um cassino, um clube de elite, um salão de danças popular, uma igreja e um hotel, que não foi construído.
A obra é projetada como um conjunto em que cada elemento é visto de forma independente e autônoma. Além disso, os edifícios são pensados em estreita relação com o entorno, que fornece a moldura natural e a inspiração para os desenhos e plantas. O centro do projeto, de acordo com a encomenda, deve ser o cassino. Não zé à toa que ele tenha sido o primeiro edifício a ser construído.
Do alto da península que domina o lago, o prédio do cassino é concebido a partir da alternância de volumes planos e curvos, de jogos de luz e sombra. O bloco posterior em semicírculo estabelece um contraponto em relação à ortogonalidade do salão de jogos. O rigor das retas é quebrado pela parede curva do térreo e pela marquise irregular. O sentido vertical em que estão dispostos os caixilhos, por sua vez, se opõe à horizontalidade da construção. As superfícies envidraçadas e as finas colunas que sustentam a marquise são outros elementos a dotar de leveza o conjunto. O uso do vidro - também na escadaria que liga o restaurante ao terraço - é mobilizado em função da luz e da comunicação entre interior e exterior. Nos jardins projetados por Burle Marx (1909-1994), esculturas de August Zamoyski (1893-1970), José Pedrosa (1915-2002) e Alfredo Ceschiatti (1918-1989). O acervo do MAP é constituído de 900 obras.

 

Museu III: Palácio de Versailhes


“A vaidade de um rei contribuiu para o descontrole de um país e
contemplou o mundo com um dos mais belos frutos de um ato de loucura.
O rei foi Luiz XIV, da França. A loucura foi o Palácio de Versalhes.”


O Palácio de Versalhes é um castelo real francês localizado na cidade de Versalhes, subúrbio de Paris e desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até a família Real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França.
Em 1160, Luís XIV, ainda na menoridade desejava um local onde pudesse organizar e controlar completamente um Governo da França por um governante absoluto, para isso era necessária a construção de uma nova corte em um local próximo de Paris, mas suficientemente afastado dos tumultos e doenças da cidade apinhada. Resolveu-se então, que este local ideal era Versailhes, onde se localizava assentar o pavilhão de caça de da família.


A construção do palácio iniciou em 1661, com a escolha do local para levantar palácio, o que constituiu um pesadelo para os arquitetos encarregados (primeiro Louis Le Vau e após sua morte Jules Hardouin-Mansart ) do projeto devido à natureza do solo, fino e arenoso. Mas este seguiu expandindo -se ao longo das décadas seguintes até torna-se o maior palácio do mundo. Versalhes é famoso não só pelo edifício, mas como símbolo da Monarquia absoluta, a qual Luís XIV , o famoso “Rei Sol” sustentou.
Versalhes foi a principal residência da corte francesa e sede de governo durante mais de cem anos, sendo o símbolo de um período marcado pelo auge do poder real, pela força política da França sobre os demais países da Europa e pela era de glória nas artes e na literatura, o palácio foi o espelho da imagem de Luiís XIV, o Rei-Sol, que não economizou recursos para refletir o esplendor de uma era de requinte. Nele se reuniram também os Estados Gerais a partir da Revolução Francesa e foram assinados importantes tratados, sendo de destacar aquele que pôs fim à Primeira Guerra Mundial.

Em 1682, Versalhes tomou o lugar de paris como capital da França e por mais de 100 anos viveu seu momento de glória. O fim dos tempos de esplendor ocorreu em 1789, quando Versalhes foi invadido durante a Revolução Francesa. O palácio foi saqueado e despojado de diversas obras de arte e o palácio caiu no esquecimento . A restauração foi executada em meados do século XIX, por Luiz Filipe, com o auxílio dos Estados Unidos. Versalhes tomou-se um museu dedicado a "todas as glórias da França".
Assim, tudo no palácio é magnífico. Por dentro, os aposentos são sinuosamente decorados com dourado, exibindo a riqueza da nobreza que ali residiu.



Os "Grands Appartements" do palácio são salões luxuosos cheios de murais, quadros, esculturas, cortinas de veludo, tapetes savonnerie, bronze dourado e mármore tingido. Esses salões são dedicados a divindades gregas como Hércules e Mercúrio. Luís 14 escolheu o Salão de Apolo, o deus do sol, como a sala do trono do Rei Sol. A Galeria dos Espelhos, é um espetacular salão de baile com mais de 70m de comprimento e espelhos enormes em um de seus lados.




Apesar da beleza dos ambientes interiores do Palácio, é do lado de fora que está a parte mais impressionante. O eixo central dos jardins de Versalhes é o Grand Canal, de 1,7 km de comprimento, que foi elaborado para refletir o sol poente. Ao seu redor ficam plantações, canteiros, alamedas e lagos, isso sem falar das fontes (aproximadamente 1.400, incluindo uma espetacular, onde uma carruagem puxada por um cavalo carrega um Apolo triunfante), outra referência à glória do Rei Sol.







Apesar do exagerado luxo que levou a construção de 1.250 lareiras e 700 hectares de parque, o Palácio possui uma beleza impressionante. E visitar ele, assim como todos os outros que visitei, me fez voltar um pouco na historia e imaginar como as pessoas viviam ali.

Museu II - Museu do Louvre

O último dia de viagem à França foi reservado totalmente para a visita ao Museu do Louvre, o que não foi nada exagero, dado o tamanho de um dos maiores museu do mundo e quantidade de obras expostas. 
O museu instalado no Palácio do Louvre é uma estrutura quase retangular, localiza-se no centro de Paris, e o seu pátio central, ocupado pela recente pirâmide de vidro desenhada pelo arquiteto chinês I. M. Pei no centro do pátio do palácio, por onde se faz agora o acesso principal, encontra-se na linha central dos Champs-Élysées, e dá forma assim ao núcleo onde começa o Axe historique (Eixo histórico).







O museu é composto também pela praça do Cour Carrée e duas alas que envolvem o Cour Napoléon a norte e ao sul, é dividido em três alas: a Ala Sully a leste, que contém a Cour Carrée e as partes mais antigas do Louvre, a Ala Richelieu ao norte, e da Ala Denon, que faz fronteira com o Rio Sena ao sul e conta com 3 andares, além do subterrâneo, onde fica o salão de entrada.   
O Museu do Louvre é gerido pelo estado francês através da Réunion des Musées Nationaux e reúne peças que vão da antiguidade ao moderno e contemporâneo, o que representa cerca de  oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente.
O primeiro prédio do Louvre foi fundado por Filipe II em 1190 para ser o primeiro real "Castelo do Louvre", como uma fortaleza para defender Paris a oeste contra os ataques dos Vikings. Carlos V transformou-o num palácio, mas Francisco I e Henrique II jogaram-no a baixo para construir um palácio real Mais tarde, reis como Luís XIII e Luís XIV também dariam contribuições notáveis para a feição do atual Palácio do Louvre, com a ampliação do Cour Carré e a criação da colunata de Perrault.
As transformações nunca cessaram na sua história, e a antiga fortaleza militar medieval acabaria por se tornar um colossal complexo de prédios, hoje devotados inteiramente à cultura. Dentre as mais recentes e significativas mudanças, desde o lançamento do projeto "Grand Louvre" pelo presidente François Mitterrand, estão a transferência para outros locais de órgãos do governo que ainda funcionavam na ala norte, abrindo grandes espaços novos para exposição, e a construção da controversa pirâmide de vidro. O museu reorganizado reabriu em 1989.
Em uma visita muito corrida e cronometrada foi possível admirar um pouco das Antiguidades orientais, egípcias, gregas, etruscas e romanas, pinturas, esculturas e objetos de arte, sem nem ao menos ter passado pelas alas de Artes islâmicas e Artes gráficas.
A coleção de antiguidades egipcias abrange os períodos desde o Antigo Egito até a arte copta, incluindo os períodos helenístico, romano e bizantino, seu conjunto oferece uma ampla visão da cultura e sociedade egípcias em todos os seus aspectos e  inclui arte, papiros, múmias, amuletos, vestuário, joalheria, instrumentos musicais, jogos e armas.


O departamento de antuguidades orientais se concentra na história e arte do Oriente Próximo desde as primeiras civilizações até antes da presença muçulmana na região, e seu desenvolvimento acompanhou o desenvolvimento da arqueologia oriental na França.
A coleção de Arte grega, romana e etrusca inclui peças de toda a região do Mediterrâneo desde o Neolítico até o Helenismo, passando pela civilização cicládica e a cultura cipriota.

O setor de Esculturas concentra-se nas peças de escultura criadas antes de 1850 que não se enquadram no departamento de antigüidades etruscas, gregas e romanas. Desde o início o Palácio do Louvre foi um depósito de obras escultóricas, mas a sistematização de suas peças só aconteceu depois de 1824. Com a criação do Museu d'Orsay parte do acervo recolhido até então foi transferida para lá, permanecendo no Louvre apenas as criadas antes de 1850. Atualmente as peças francesas estão expostas na Ala Richelieu, e as estrageiras na Ala Denon.

Por fim, o setor de pinturas, o que sem dúvida nenhuma chamou mais a minha atenção, claro, não pela presença da Monalisa, obra de Leonardo da Vinci, visto que essa não correspondeu nem um pouco minhas expectativas e seria como um outro quadro qualquer se não fosse a obra mais badalada e concorrida pelos os visitantes.

A grande coleção de pinturas enfatiza a arte francesa, que compõe cerca de dois terços do total, mas as seções de pintura do norte da Europa e da Itália são extremamente significativas. O conjunto começou a ser reunido por Francisco I, ainda no tempo em que o Louvre era uma fortaleza, com a aquisição de obras-primas de Rafael e Michelangelo, além de ter atraído Leonardo da Vinci para sua corte.

Foi no setor de pinturas também que me veio à cabeça o Inhotim, não sei expressar direito o porquê, mas tenho em mim que as artes que estavam ali pareciam ter um sentido funcional maior do que as expostas no museu de arte contempoanea do Inhotim, elas não haviam sido criadas somente para dizer que estava-se fazendo uma obra de arte, mas sim para retratar um tempo, guardar uma história.
Para finalizar, a parte que mais gostei, ficando a frente até mesmo do setor de pinturas, com seus enormes quadros, foi o apartamento de Napoleão, não sei identificar a qual departamento ele pertence, mas olhando o encarte do museu tenho a impressão de que seja a parte da História do Louvre e ao Louvre Medieval. O porquê de ter admirado tanto a essa está no charme do espaço, maior do que todos os outros castelos visitados.