quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Pavilhão antipositivista

Ingredientes:
Cheiro de chuva
Alice no país das maravilhas
Cor
Eventualidade
Profeta
Escada
Sol
Alguma forma peculiar
Cartas
Aconchego
Sofá sem assento
Revistas
Barulho de água
Música
Gosto de infância
Informação
Espontaneidade a gosto

Modo de fazer: 
Junte tudo no jardim externo de modo que seja possível acrescentar novos ingredientes, a gosto do freguês. Mexa bem, até que o aconchego dê ponto. Quando começar a borbulhar, retire do fogo e sirva em travessa, prato, copo ou coma na E.A. mesmo acompanhado de cerveja, amigos ou solidão.

Grupo: Josy, Rita e Pedro Sena.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Referência pavilionística‏: Peanut Pavilion

             O pavilhão Amendoim é uma criação Xavier Gonzales de "Brenac + Gonzalez architectes" em colaboração com o designer José Levy.


             "Peanut"  foi a proposta apresentada pela equipe de Xavier Gonzales (arquiteto) e José Lévy (designer),  na exposição "couture-arch", organizado pela "A3" (Arquitetura Art Association), a fim incentivar o intercâmbio entre a arquitetura e outras actividades criativas.

              
             O pavilhão inicialmente chamada de "matriz", reflete sobre os conceitos comuns em ambas as disciplinas, tais como "proteção da privacidade, e abrigo", propondo uma casca de amendoim (ou matriz) como a origem orgânica da segunda pele(cabana).
              
              
             Com o objetivo de enfatizar as coincidencias, o material elegido para a construçõa desta “segunda pele” foi o vime.,

FONTE: Blog Judit Bellostes

Referência pavilionística: Nest

             O Nest é uma estrutura construída inteiramente a mão, feita de feltro, de lã e de tecidos e que foi suspensa por cordas de bungee jump em uma árvore no campus Educacional da Comunidade de Cranbrook .


             Destinado a uma ou duas pessoas, o espaço é ativado pelo peso dos visitantes fazendo com que a forma e a altura do objeto varie de acordo com peso e posição do corpo da pessoa que o ocupa.  

            
             Evocando o corpo, o material feito a mão cria um padrão estriado no espaço interior. Intimidade, reflexão, meditação, artesanato e interação humana foram os principais temas abordados.

             
             Este projeto é uma colaboração de Tricia Stackle. 


FONTE: Judit Bellostes

Referência Pavilionística: Fantastic Form

Fantastic Form é uma sala de projecções temporária construida para acolher a monstra de produções de video-arte, apresentadas no Internacionla Fantastic Film Festival de 2009.

O pavilhao foi construído por estudantes da “Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL)”, juntamente com “Ecole cantonale d’art de Lausanne (ECAL)” e teve a supervisão de Russel Loveridge, do estudio de Arquitetura Localarchitecture. Os materiais utilizados foram madeira e alumínio, cedidos pelas empresas patrocinadoras.




Fonte: Judit Bellostes

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Visita ao Inhotim

             Por recomendação dos professores da disciplina da Oficina de Instrumentação e Fundamentação, eu e mais alguns colegas de turma estivemos no domingo, dia 26 de setembro no museu do Inhotim, localizado a 65 km de BH, no município de Brumadinho. 
 
           
             O Inhotim é considerado sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e também o maior centro de arte ao ar livre da América Latina, e  caracteriza-se por oferecer um grande conjunto de obras de arte, expostas a céu aberto ou em galerias temporárias e permanentes, espalhadas em meio a jardins, paisagens de florestas e ambientes rurais, lagos, trilhas, montanhas e vales, motivo que o distingue da maioria dos museus urbanos. 


           Mesmo considerando que tudo em Inhotim possui uma rara beleza e singularidade ainda pode-se dizer que o que mais chama a atenção dos visitantes do museu é o jardim botânico. Esse além de possui uma grande diversidade, inclusive espécies já em extinção, contribui na apreciação de algumas obras. 


             A exposição está organizada de tal forma que cada uma das galerias apresenta um mundo e um tema independente. E a visitação do museu segue um rumo estabelecido pelo próprio visitante, já que não existe uma rota pré-estabelecida.


             A Galeria Praça chama a atenção pelos enormes quadros montados na parede que lembram a típica cultura mineira.


             Por fim, devido a interação quase que imediata proporcionada, a galeria que mais chamou a minha atenção, foi a Cosmococa, criada por Hélio Oiticica e Neville d’Almeida. A Galeria recentemente inaugurada conta com cinco salas, que se desenvolvem a partir de redes, colchões, balões e até mesmo uma piscina que pode ser utilizada pelos visitantes.