Por recomendação dos professores da disciplina da Oficina de Instrumentação e Fundamentação, eu e mais alguns colegas de turma estivemos no domingo, dia 26 de setembro no museu do Inhotim, localizado a 65 km de BH, no município de Brumadinho.
O Inhotim é considerado sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e também o maior centro de arte ao ar livre da América Latina, e caracteriza-se por oferecer um grande conjunto de obras de arte, expostas a céu aberto ou em galerias temporárias e permanentes, espalhadas em meio a jardins, paisagens de florestas e ambientes rurais, lagos, trilhas, montanhas e vales, motivo que o distingue da maioria dos museus urbanos.
Mesmo considerando que tudo em Inhotim possui uma rara beleza e singularidade ainda pode-se dizer que o que mais chama a atenção dos visitantes do museu é o jardim botânico. Esse além de possui uma grande diversidade, inclusive espécies já em extinção, contribui na apreciação de algumas obras.
A exposição está organizada de tal forma que cada uma das galerias apresenta um mundo e um tema independente. E a visitação do museu segue um rumo estabelecido pelo próprio visitante, já que não existe uma rota pré-estabelecida.
A Galeria Praça chama a atenção pelos enormes quadros montados na parede que lembram a típica cultura mineira.
A Galeria Praça chama a atenção pelos enormes quadros montados na parede que lembram a típica cultura mineira.
Por fim, devido a interação quase que imediata proporcionada, a galeria que mais chamou a minha atenção, foi a Cosmococa, criada por Hélio Oiticica e Neville d’Almeida. A Galeria recentemente inaugurada conta com cinco salas, que se desenvolvem a partir de redes, colchões, balões e até mesmo uma piscina que pode ser utilizada pelos visitantes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário