Os sistemas democráticos de hoje, respeitando a propriedade privada e do desenvolvimento, são literalmente incapazes de criar mais espaços verdes dentro limites internos de uma cidade, devido à propriedade da terra e dos altos custos.
Dessa forma, com tanto espaço dedicado ao império de concreto no espaço urbano de Tóquio e espaços verdes poucos e distantes entre si, o projeto do estúdio Cheungvogl criou um projeto para uma “lacuna verde”. O jardim Shinjuku representa um bem social, cultural, ambiental e uma contribuição urbana, à medida que é um esforço consciente para aproveitar ao máximo o espaço aberto disponíveis, empurrando as fronteiras em busca de acrescentar a muito necessária paisagem natural na infra-estrutura da cidade.
Apreciando o valor econômico da terra, o parque de estacionamento adota a grade de layout mais eficiente de estacionamento. Substituindo rampas de carro convencionais por elevadores, o que irá maximizar os espaços de estacionamento e a segurança; e minimizar o congestionamento do tráfego e o tempo de espera.
Dessa forma, com tanto espaço dedicado ao império de concreto no espaço urbano de Tóquio e espaços verdes poucos e distantes entre si, o projeto do estúdio Cheungvogl criou um projeto para uma “lacuna verde”. O jardim Shinjuku representa um bem social, cultural, ambiental e uma contribuição urbana, à medida que é um esforço consciente para aproveitar ao máximo o espaço aberto disponíveis, empurrando as fronteiras em busca de acrescentar a muito necessária paisagem natural na infra-estrutura da cidade.
Apreciando o valor econômico da terra, o parque de estacionamento adota a grade de layout mais eficiente de estacionamento. Substituindo rampas de carro convencionais por elevadores, o que irá maximizar os espaços de estacionamento e a segurança; e minimizar o congestionamento do tráfego e o tempo de espera.
A estrutura do novo estacionamento é altamente racional, possui 54m de altura x 33m de comprimento e, mesmo oferecendo 83 novas vagas ocupa 22% menos espaço do que o antigo layout existente, assim o projeto dedica mais espaços verdes públicos de qualidade e de luz e permite que o ar penetre mais profundamente no denso ambiente urbano. Rampas externas foram inseridas para garantir o acesso público ao jardim do parque e à galeria acima do solo.
A ideia do “Jardim Shinjuku” é criar um espaço natural que preencha a fachada de um estacionamento de dois andares. Visualmente, a arquitetura enriquece a comunidade com camadas de verde translúcida. Funcionalmente, o "revestimento macio" utiliza a grama para absorver o CO2 produzido nas emissões de escape, atuando como filtro de ar, quase rarefeito para a população de Tóquio. O andar superior, espaço destinado ao terraço foi planejado para ser uma espécie de jardim público. Assim quem estiver do lado de fora do empreendimento, verá o estacionamento coberto por grama natural, dando um descanso visual para tanto cinza.
Os dois níveis do parque-estacionamento podem ser utilizados também para promover as artes e a cultura, pois oferece espaços para exposições de arte, onde varios artistas são convidados a expor suas obras.
Assim, pode-se dizer que o jardim Shinjuku é uma alternativa economicamente viável e funcional, pois a mesmo tempo que ele age ambientalmente, limpando o ar; urbanisticamente, quebrando o excesso de concreto na paisagem de Tóquio ele possui também uma função cultural, ao tornar a arte mais acessível ao público.







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